quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Direito de resposta
Você deve estar se perguntando o porquê deste título, é ou não é?
Pois bem, como um cidadão brasileiro muitas vezes nos deparamos com apenas um lado da notícia, ou seja, lemos, vemos ou ouvimos aquilo que a grande mídia nos coloca e nem sempre é a verdade, por isso quero neste espaço agradecer e elogiar o trabalho deste impresso que veio com o conceito de trabalhar elencando a verdade doa a quem doer, pois este é o papel da imprensa livre, livre de todos os poderosos que durante centenas de anos se julgaram maiorais na comunicação deste país criando jornais que serviam apenas a elite brasileira enquanto que a maioria brasileira engolia goela abaixo tudo o que era escrito e o pior acreditava que aquela era a única verdade, infelizmente ainda hoje existem rescaldos desses "coronéis" mas é claro que com muito menos força pois o povo brasileiro aos poucos está se libertando desses "malfeitores da sociedade", fato é que quando surgiram as primeiras rádios no Brasil elas tinham uma sociedade que as freqüentava e por isso muitas delas tem até hoje o nome de "Clube" que significa um seleto grupo de pessoas, mas a força do povo fez com que o rádio se tornasse o veículo mais popular do país e com isso mais uma vez a história mudava o rumo dos poderosos que tiveram que aceitá-lo nas várias camadas da sociedade.
Escrevi um pouco da história do rádio para mostrar que a força popular é maior que a ganância dos poderosos e o monopólio está com os dias contados, o povo não se ilude mais com notícias fantasiosas de que a vida vai melhorar apenas pelo fato de essa notícia ecoar nas ondas do rádio ou da televisão, é preciso mais, é preciso ler para saber, ler para entender o que está ou não acontecendo e isso nós só aprenderemos com os jornais e revistas, por isso sejam bem vindos a minha coluna e também a este novo jornal que nasce com a coragem de começar a mudança em nossa casa, nossa cidade, vários assuntos serão debatidos e eu te espero de braços abertos para escrever um pedacinho desta história.
René Marcelo
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